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Marcelo Aro chama Mateus Simões de “traidor”, “mentiroso” e “chiliquento” e detalha rompimento político

Aro relata que foi informado da decisão por mensagem de texto, já no fim do prazo de filiações partidárias, sem participação na definição. “Era um compromisso que deveria ser construído em conjunto

07/08/2026 às 09h21
Por: Por Redação
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O candidato ao Senado Marcelo Aro (Progressistas) fez duras críticas ao candidato ao governo de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), durante entrevista à Rádio 98 News. Apesar de integrar a federação PP-União Brasil, que decidiu apoiar Simões na disputa estadual, Aro afirmou que mantém uma candidatura independente e que não estará no palanque do aliado.

Segundo Aro, havia um acordo político firmado anteriormente com o governador Romeu Zema (Novo) e com o próprio Simões. Pelo compromisso, Simões disputaria o governo, Zema concorreria à Presidência da República e ele seria o candidato ao Senado. No entanto, o cenário mudou após a filiação do senador Carlos Viana ao PSD.

Aro relata que foi informado da decisão por mensagem de texto, já no fim do prazo de filiações partidárias, sem participação na definição. “Era um compromisso que deveria ser construído em conjunto. Fui comunicado e não consultado”, afirmou. Ele também criticou o histórico de Viana, lembrando que o senador fez oposição ao governo Zema ao longo dos últimos anos.

Durante a entrevista, o candidato elevou o tom e acusou Simões de quebra de confiança. “Fui traído nessa relação. Ele me acusou de conveniência eleitoral, mas foi ele quem agiu dessa forma ao filiar o Viana”, disse.

Aro também classificou Simões como “mentiroso”, ao contestar declarações do adversário sobre episódios internos e afirmou nunca ter sido subi dele. Segundo Aro, há registros das conversas que comprovariam sua versão. “Ele não foi honesto. Disse coisas que não correspondem à verdade”, afirmou.

Em outro momento, o candidato fez críticas ao comportamento pessoal de Simões, chamando-o de “chiliquento” e relatando um episódio de discussão entre os dois. “Ele grita, se exalta e interrompe as pessoas. Tivemos uma reunião em que houve esse tipo de atitude”, declarou.

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