A partir de 20 de julho, após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a formalização da solicitação pelas respectivas campanhas, os candidatos à presidência da República poderão contar com esquemas de segurança promovidos pela Polícia Federal (PF).
A iniciativa é coordenada pela Diretoria de Proteção à Pessoa (DPP) e foi dimensionada para atender simultaneamente até dez candidaturas, com equipes especializadas, atuação em todos os estados e acompanhamento permanente das agendas de campanha.
A operação irá mobilizar até 458 servidores, entre agentes de proteção, chefes de equipe e profissionais das áreas de inteligência e logística, além do apoio das superintendências regionais da Polícia Federal em todas as unidades da Federação.
A operação foi estruturada para garantir tratamento isonômico a todas as candidaturas, com aplicação dos mesmos critérios técnicos e protocolos de segurança. O efetivo e os recursos empregados serão definidos de forma individualizada, de acordo com o nível de risco e as características de cada agenda.
Cada candidatura irá contar com um planejamento específico, em que deverão ser analisados, de forma técnica, os riscos envolvidos e também a evolução de possíveis ameaças e características de cada compromisso de campanha.
As avaliações consideram, entre outros elementos, o histórico de ameaças, informações de inteligência, locais dos eventos, acessos, deslocamentos e o contexto de segurança de cada região.
O objetivo é viabilizar, com segurança, os compromissos apresentados pelas campanhas, de maneira discreta e com a menor interferência possível na dinâmica dos atos eleitorais. O efetivo e os meios empregados poderão ser reforçados ou ajustados a qualquer momento, conforme as necessidades identificadas.
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