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Mateus Simões é oficializado candidato à reeleição ao governo de Minas pelo PSD

Convenção também confirmou Carlos Viana na disputa pelo Senado e reuniu o ex-governador Romeu Zema; vice da chapa ainda não foi anunciado

02/08/2026 às 12h20 Atualizada em 02/08/2026 às 18h01
Por: João Vitor Viana
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Elias Fernandes | Impactto News
Elias Fernandes | Impactto News

Mateus Simões  foi oficializado o candidato à reeleição ao cargo de governador de Minas Gerais durante convenção do PSD realizada neste domingo (2), em Belo Horizonte. O evento também confirmou a candidatura do senador Carlos Viana (PSD) à reeleição e contou com a presença do ex-governador Romeu Zema (Novo), candidato à Presidência da República. O nome que ocupará a vaga de vice na chapa de Simões ainda não foi anunciado, mas poderá ser indicado pelo ex-governador Romeu Zema. Clique aqui e veja o vídeo da convenção!

A convenção reuniu lideranças políticas da base aliada, que defenderam a continuidade da atual gestão estadual. Durante os discursos, os participantes destacaram o legado dos governos de Zema e a atuação de Mateus Simões, que ocupou os cargos de secretário-geral e vice-governador antes de assumir o comando do Executivo mineiro.

O deputado estadual Cássio Soares, presidente estadual do PSD, afirmou que Minas Gerais precisa seguir um projeto de gestão e fez críticas ao que classificou como "projetos pessoais de poder". Sem citar nomes diretamente, o parlamentar defendeu a experiência administrativa de Mateus Simões e afirmou que o governador reúne as condições necessárias para dar continuidade ao trabalho realizado nos últimos anos.

Em seu discurso, Romeu Zema ressaltou a parceria construída com Mateus Simões ao longo dos anos em que governou Minas Gerais e afirmou que o atual governador teve papel decisivo nos resultados alcançados pela administração estadual. "Nesta sala, ninguém conhece mais a capacidade do governador Mateus Simões do que eu.

Oficializado, Simões destacou que vai trabalhar na campanha de reeleição “para que Minas Gerais continue avançando para que não caia nos enganos nem nos enganos de de novidades falsas que são, na verdade, o retorno de gente que não deveria voltar para a política, nem o atraso representado por governos do passado em Minas Gerais”.

O agora candidato ressaltou que os partidos, agora, vão definir suas situações, fechar as coligações e definir quais farão parte do grupo. “Estamos conversando com diversos partidos, até aqui são três na coligação (PSD, Novo e Avante)”. 

Simões, ao ser perguntado sobre a dívida do Estado, classificou o governo federal como agiota oficial. “Tomam da gente R$ 500 milhões todos os meses, mesmo depois da renegociação. É um valor que daria para construir um hospital regional, como o de Teófilo Otoni, por mês. Queremos que o governo federal - não esse que aí está, mas um novo governo, que a gente acredita -, escolha os ativos que ele vai ficar, porque isso abate o valor”, disse. “É uma discussão que é dos Estados principalmente pela falta de respeito que o governo federal tem com todos”, concluiu.

Com informações do jornalista Elias Fernandes

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