
A Prefeitura de Belo Horizonte vai realizar 4 mil castrações gratuitas de cães e gatos por meio de ações itinerantes nas dez regionais da cidade. A iniciativa faz parte do Projeto Bora Bicho, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com o Instituto Arbo.
Os atendimentos serão feitos ao longo de 10 meses, mediante agendamento prévio, triagem e avaliação clínica dos animais. A proposta é ampliar o acesso a serviços de saúde e bem-estar animal, com prioridade para áreas de maior vulnerabilidade social.
Os procedimentos serão realizados por uma equipe especializada, seguindo protocolos técnicos e sanitários, com o apoio de uma unidade móvel equipada: o chamado Castramóvel.
Antes da cirurgia, todos os animais passarão por avaliação individual. Apenas aqueles considerados clinicamente aptos serão encaminhados para a castração, respeitando as condições de saúde e necessidades específicas.
A iniciativa busca fortalecer o controle populacional ético de cães e gatos na capital, além de facilitar o acesso de tutores e protetores que enfrentam dificuldades para obter atendimento veterinário em suas regiões.
Primeiras ações já têm data e local definidos
As primeiras etapas do projeto começam em agosto, com atendimentos em diferentes regiões da cidade:
Mobilização e orientação à população
Além dos atendimentos, o projeto prevê ações de mobilização nas comunidades atendidas. As equipes farão visitas aos territórios, contato com moradores e articulação com lideranças locais, protetores de animais e instituições parceiras.
O objetivo é identificar áreas com maior demanda, organizar o fluxo de agendamentos e orientar a população sobre os critérios de participação.
Durante as ações, os tutores também receberão orientações sobre guarda responsável, cuidados básicos com a saúde dos animais, prevenção de doenças e acompanhamento no pós-operatório.
A castração é considerada uma das principais estratégias para o controle populacional de cães e gatos, contribuindo para reduzir o abandono e a presença de animais em situação de rua, além de prevenir doenças e zoonoses.
Todos os atendimentos serão registrados e monitorados, permitindo avaliar o alcance e a qualidade dos serviços prestados ao longo do projeto.
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