
O ex-piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna foi oficialmente reconhecido como Herói da Pátria. A medida foi sancionada pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (1º), por meio da Lei nº 15.447/2026.
Com a nova legislação, o nome de Senna será inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A honraria é destinada a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do país.
A homenagem teve origem no Projeto de Lei 789/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). O texto foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Esporte do Senado, sem necessidade de votação em plenário.
Ao relatar a proposta, o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) destacou não apenas a trajetória esportiva do tricampeão mundial, mas também sua capacidade de inspirar brasileiros e seu legado social.
Segundo Kajuru, após a morte do piloto, em 1994, o Instituto Ayrton Senna ampliou sua atuação em projetos voltados à educação pública e ao combate às desigualdades, beneficiando milhões de crianças e jovens em todo o país.
Ayrton Senna conquistou os títulos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, além de vencer 41 Grandes Prêmios ao longo da carreira. Considerado um dos maiores pilotos da história da categoria, ele morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, disputado em Ímola, na Itália.
Em 2023, Senna já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro por meio da Lei nº 14.559. Com o reconhecimento como Herói da Pátria, passa a integrar oficialmente o grupo de personalidades homenageadas pelo Estado brasileiro em razão de sua contribuição histórica ao país.
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