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Ambulatório da PBH amplia atendimento especializado a pacientes com doença renal crônica

Serviço de referência acompanha cerca de 1,5 mil usuários e concentra 83% das novas consultas de nefrologia para adultos na rede municipal

29/06/2026 às 12h19 Atualizada em 29/06/2026 às 12h23
Por: Cristiane Cirilo
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Foto: Sarah Torres
Foto: Sarah Torres

A Prefeitura de Belo Horizonte reforçou o atendimento especializado a pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) por meio do Ambulatório de Nefrologia da Unidade de Referência Secundária Sagrada Família (URSSF). Habilitado pelo Ministério da Saúde, o serviço oferece acompanhamento multiprofissional voltado ao diagnóstico, tratamento e monitoramento contínuo da doença.

Referência na rede pública municipal, o ambulatório concentra 83% das novas consultas de nefrologia para adultos em Belo Horizonte e acompanha atualmente cerca de 1,5 mil pacientes.

O atendimento é realizado por uma equipe formada por 13 médicos nefrologistas, quatro nutricionistas, quatro enfermeiros, uma psicóloga e uma assistente social. Segundo a prefeitura, o trabalho integrado busca retardar a progressão da doença, reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A Doença Renal Crônica é caracterizada pela perda gradual da função dos rins e tem como principais fatores de risco a hipertensão arterial e o diabetes. Quando não tratada adequadamente, a condição pode evoluir para a necessidade de terapias como hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são fundamentais para preservar a função renal e evitar o agravamento do quadro.

Um dos diferenciais do ambulatório é a atuação do chamado enfermeiro navegador, profissional responsável por orientar os pacientes durante todo o tratamento, facilitar o acesso aos serviços da rede e incentivar a adesão às recomendações médicas.

O modelo de atendimento também prevê atuação integrada com a Atenção Primária à Saúde, permitindo um acompanhamento individualizado e o preparo antecipado dos pacientes que possam necessitar de terapia renal substitutiva.

Segundo a prefeitura, esse planejamento possibilita que os usuários conheçam previamente as modalidades de tratamento disponíveis, como hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal, contribuindo para decisões compartilhadas e para um atendimento mais seguro e eficiente.

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