
O chimpanzé Serafim morreu nesta quinta-feira (17), no Zoológico de Belo Horizonte, após o agravamento de um quadro clínico considerado irreversível. O animal estava próximo de completar 39 anos e vivia no zoológico havia mais de 26 anos.
Serafim foi diagnosticado com diabetes em 2016 e, desde então, recebia acompanhamento diário de uma equipe especializada. O tratamento incluía monitoramento dos níveis de glicose, administração de medicamentos e alimentação adaptada às suas necessidades.
Com a piora do estado de saúde, uma comissão técnica formada por especialistas da Prefeitura de Belo Horizonte e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) avaliou o quadro clínico do animal. Segundo as informações divulgadas, a equipe considerou que não era mais possível controlar possíveis dores decorrentes da condição.
Diante da avaliação, foi realizada a eutanásia nesta quinta-feira (17), com acompanhamento veterinário. O procedimento teve como objetivo evitar o sofrimento do chimpanzé diante da evolução irreversível do quadro clínico.
Serafim chegou ao Zoológico de Belo Horizonte há mais de duas décadas e permaneceu no espaço durante grande parte de sua vida. Ao longo desse período, foi acompanhado pelas equipes responsáveis pelos cuidados veterinários e pela manutenção dos animais do local.
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