
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concederam uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21) para esclarecer os fatos e atualizar o andamento das investigações sobre a morte da capitã da PM Michele Leão Azevedo, ocorrida na noite de segunda-feira (20).
Participaram da coletiva o porta-voz da Polícia Civil, delegado Saulo Castro, e o porta-voz da Polícia Militar, capitão Rafael Veríssimo. Segundo Veríssimo, Michele já chegou sem vida ao Hospital Odilon Behrens, na região Noroeste de Belo Horizonte.
Os militares foram até o apartamento onde o casal morava e fizeram contato com o marido da vítima, Eduardo Abner Pereira de Oliveira, que é sargento da PM. Durante essa averiguação inicial, Eduardo pede para ir ao banheiro e é flagrado descartando 18 comprimidos de ecstasy. Os policiais prendem o sargento em flagrante por tráfico de drogas.
Michele foi encontrada com diversos ferimentos e segundo destacou o delegado Castro, um dos ferimentos mais graves foi no rosto da vítima, fato constatado durante as investigações iniciais. Na versão de Eduardo, Michele teria caído da escada e por esse motivo teria sofrido essas várias lesões.
Eduardo está preso no 34º Batalhão da Polícia Militar e o corpo de Michele já está no processo de perícia da Polícia Civil. Ainda de acordo com o delegado Castro, as investigações têm, a princípio, um prazo de dez para a conclusão, prazo esse que pode ser prorrogado. E segundo ele, há a possibilidade do poder judiciário, na figura do Ministério Público, converter o flagrante em prisão preventiva.
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