
A Prefeitura de Contagem (PBH) tem buscado reforçar a importância de ações de vigilância e prevenção contra a leishimaniose, orientando a população sobre medidas para evitar a transmissão da doença e destacando a importância do diagnóstico precoce e do manejo ambiental.
A transmissão ocorre por meio da picada da fêmea do mosquito-palha. A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa, porém não contagiosa, que pode acometer órgãos como fígado, baço e medula óssea.
"Temos intensificado as ações de vigilância, diagnóstico e controle da doença, mas é fundamental que a população também esteja atenta às medidas preventivas. O cuidado com o ambiente e a busca por atendimento diante de qualquer suspeita fazem toda a diferença para interromper a cadeia de transmissão", afirmou a Secretária de Saúde, Taciana Malheiros.
O mosquito-palha pode se desenvolver em locais com muito acúmulo de matéria orgânica, vegetação e áreas de sombra. Ações como manter quintais limpos e livres de matéria orgânica acumulada; recolher folhas, fezes e frutos caídos; evitar acúmulo de entulho, madeira, telhas e outros materiais que possam servir de abrigo ao vetor; manter galinheiros, canis e abrigos de animais limpos e afastados da residência, sempre que possível.
Além disso, para a proteção dos cães, é recomendado o uso de coleiras impregnadas com deltametrina 4%, que evitam que o mosquito pique o cão.
"A prevenção começa com atitudes simples, como manter os quintais limpos, eliminar o acúmulo de matéria orgânica e buscar atendimento diante de qualquer suspeita da doença em animais ou pessoas. A Secretaria de Saúde realiza um trabalho permanente de vigilância, diagnóstico e orientação, mas o envolvimento da comunidade é essencial para reduzir os riscos de transmissão e proteger toda a população", concluiu Malheiros.
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