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Casal é preso em Lagoa Santa suspeito de matar recém-nascido e ocultar o corpo da criança

Os investigados confessaram o crime e relataram ter lançado o corpo do bebê em um rio na cidade de Ipatinga

03/06/2026 às 11h20
Por: Suylan Rikelme
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Divulgação: PCMG
Divulgação: PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nessa terça-feira (02), um homem e uma mulher investigados pela morte do próprio filho recém-nascido e pela ocultação do cadáver da criança. As prisões foram realizadas em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram após os suspeitos apresentaram versões contraditórias sobre o paradeiro do bebê. Diante das inconsistências identificadas pelos investigadores, foi instaurado um inquérito para apurar o caso.

Durante as diligências, a polícia reuniu indícios que apontavam para a prática de um crime contra a vida, o que levou à solicitação da prisão preventiva do casal. O pedido foi aceito pela Justiça após a análise dos elementos produzidos ao longo da investigação.

Os suspeitos foram localizados e presos em uma pousada de Lagoa Santa, onde estavam escondidos. Com o casal havia cerca de 16 pinos de cocaína, uma Arma airsoft e uma caixa do remédio Clonazepam, utilizado para o tratar transtornos de ansiedade, crises de pânico e controlar alguns tipos de convulsões e epilepsia.

Segundo a Polícia Civil, durante os interrogatórios e no decorrer das investigações, os dois confessaram a morte da criança. Conforme relataram, o caso aconteceu no fim de novembro de 2025, em Ipatinga, no Vale do Aço.

De acordo com a versão apresentada pelos investigados, eles administraram ao bebê uma quantidade excessiva de medicamento calmante com o objetivo de fazê-lo dormir. Após perceberem que a criança não apresentava mais sinais vitais, constataram a morte e decidiram ocultar o corpo.

Ainda segundo os depoimentos, o cadáver do recém-nascido foi lançado em um rio localizado em Ipatinga.

A vítima foi identificada como um menino que tinha poucos dias de vida quando os fatos ocorreram.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso, localizar os restos mortais da criança, verificar se houve participação de outras pessoas e reunir provas para a responsabilização criminal dos envolvidos.

 

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