
A Universidade Federal de Ouro Preto, em Ouro Preto, entrou em uma nova fase da greve dos servidores técnico-administrativos, com possibilidade de impacto direto no calendário acadêmico. O Comando Local de Greve formalizou o pedido para suspensão das atividades letivas, que será analisado pelo Conselho Universitário na próxima quarta-feira (1).
A solicitação foi encaminhada à administração da universidade na quinta-feira (26) e já teve a inclusão confirmada na pauta do conselho. Caso a proposta seja aprovada, o calendário acadêmico será interrompido enquanto durar a paralisação.
Durante reunião realizada nesta semana, o Comando Local de Greve discutiu os próximos passos do movimento e avaliou propostas apresentadas pela reitoria. A principal medida defendida pelo grupo é a suspensão das atividades acadêmicas como forma de alinhar o funcionamento da instituição à realidade da greve.
A decisão final caberá aos conselheiros do Conselho Universitário, que devem considerar os impactos da suspensão no funcionamento da universidade.
Mesmo com a paralisação, algumas atividades consideradas essenciais seguem mantidas. O critério adotado foi garantir a continuidade de serviços que não podem ser interrompidos sem causar prejuízos à estrutura da instituição ou a pessoas e animais sob sua responsabilidade.
Entre as atividades preservadas estão o funcionamento dos conselhos universitários, a gestão de contratos com empresas terceirizadas, etapas de concursos para professores, a elaboração de relatório de gestão destinado ao Tribunal de Contas da União (TCU), além de serviços ligados a exames médicos e pesquisas que exigem acompanhamento contínuo.
As chefias de cada setor ficaram responsáveis por informar aos servidores quais funções devem continuar em atividade. A comunicação será feita por meio dos canais institucionais da universidade.
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