
A Justiça de Minas Gerais deve analisar, no próximo dia 9 de abril, um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Renê da Silva Nogueira Júnior, acusado de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, em agosto de 2025, em Belo Horizonte. O caso será julgado pela 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Os advogados do empresário sustentam que não há motivos suficientes para manter a prisão preventiva e criticam a decisão que levou o caso a júri popular, classificando a fundamentação como genérica. A defesa também destaca que o réu é primário, possui bons antecedentes e residência fixa, e sugere a adoção de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Este é o primeiro pedido direto de soltura feito pela defesa. Até então, a estratégia jurídica se concentrava em tentar anular o processo, o que poderia resultar na liberdade do acusado. No entanto, as tentativas anteriores não tiveram êxito.
Segundo o advogado da família da vítima, Tiago Lenoir, diversos pedidos de nulidade já foram apresentados e rejeitados ao longo da tramitação. Lenoir avalia que a chance de concessão do habeas corpus é baixa e defende que o acusado seja levado a júri popular o quanto antes.
Mín. 17° Máx. 25°