
A Operação Protetor provocou um prejuízo econômico estimado em R$ 110.510 ao crime organizado durante ações de segurança pública realizadas entre 9 e 13 de outubro em cinco estados brasileiros. Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) nesta segunda-feira (19), as atividades ocorreram no Acre, em Alagoas, no Rio Grande do Norte, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
No período, foram registradas sete prisões e 1.025 apreensões gerais. As equipes também realizaram 940 ações de policiamento ostensivo, 138 atividades educativas e preventivas e 54 ações de inteligência.
O balanço inclui ainda a apreensão de 16 quilos de drogas e 10,5 unidades de ecstasy, conforme a unidade de medida utilizada no sistema Córtex, plataforma de integração de dados de segurança pública.
A Operação Protetor integra as iniciativas do Ministério da Justiça voltadas ao enfrentamento da criminalidade e à proteção de fronteiras, divisas e biomas. A estratégia prevê a atuação conjunta de instituições de segurança pública em diferentes frentes, desde o policiamento ostensivo até o trabalho de inteligência e investigação.
A coordenação está vinculada à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
Além das ações policiais, a operação inclui medidas educativas e preventivas, com o objetivo de ampliar a atuação das forças de segurança nos territórios atendidos.
De acordo com o Ministério da Justiça, os números divulgados são parciais e podem ser atualizados após a consolidação das informações das equipes envolvidas.
O balanço não detalha, no material divulgado, a distribuição das prisões, apreensões e demais resultados por estado.
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