
Segundo a Polícia Federal, a estratégia é atuar de forma preventiva, com ações antecipadas para evitar irregularidades durante o processo eleitoral.
Entre os principais focos estão práticas como compra de votos, desvio de recursos de campanhas e ações que possam interferir no resultado das eleições.
A instituição também prevê o reforço da Delegacia de Defesa Institucional, com a ampliação do efetivo para fortalecer a fiscalização.
Crimes praticados no ambiente digital serão acompanhados por unidades especializadas, como a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos.
A PF também pretende ampliar a articulação com o Tribunal Regional Eleitoral e com representantes de partidos e candidaturas, com disponibilização de canais de denúncia.
Dados da corporação indicam que Minas Gerais registra dezenas de inquéritos relacionados a crimes eleitorais em pleitos anteriores.
A atuação busca reduzir irregularidades e garantir maior controle durante o processo eleitoral no estado.
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