
A Prefeitura de Belo Horizonte confirmou, na sexta-feira (13), a primeira morte por dengue em 2026 na capital mineira. A vítima é uma mulher de 60 anos, residente na regional do Barreiro, que já apresentava comorbidades. Embora o óbito tenha ocorrido em 2 de janeiro, a confirmação laboratorial da dengue como causa da morte foi concluída apenas na última semana.
Até o dia 13 de fevereiro, Belo Horizonte registrava 55 casos confirmados da doença. Outros 933 casos estavam em investigação, aguardando resultados de exames laboratoriais e avaliações epidemiológicas, enquanto 482 notificações já haviam sido descartadas.
As regionais Nordeste e Oeste concentram o maior número de casos confirmados, com 12 registros cada. Em seguida aparece a Pampulha, com 10 casos. A regional Nordeste também lidera o número de casos suspeitos, com 147 notificações.
No cenário estadual, o governo de Minas Gerais contabiliza duas mortes por dengue em 2026, sem incluir os dados da capital. O estado soma 3.355 casos confirmados, 12.408 casos prováveis e investiga 11 óbitos relacionados à doença.
Além da dengue, Belo Horizonte já confirmou nove casos de chikungunya em 2026, com outros sete em investigação. Até o momento, não há registros confirmados de zika na capital.
A prefeitura mantém ações de prevenção e combate ao mosquito transmissor, com vistorias em instituições públicas, unidades educacionais e áreas residenciais, reforçando o alerta à população para eliminação de focos de água parada e adoção de medidas preventivas.
Mín. 17° Máx. 30°