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Funcionário de escola em Lagoa Santa é suspeito de abuso a adolescentes

Polícia Militar esteve na instituição nesta quinta-feira (12) para registrar boletim de ocorrência.

12/02/2026 às 12h06 Atualizada em 12/02/2026 às 12h32
Por: Marina Menta
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Imagem: Marina Menta / Impactto News
Imagem: Marina Menta / Impactto News

Um funcionário de 25 anos, da Escola Colégio Batista, em Lagoa Santa, foi demitido após ser suspeito de enviar mensagens de conteúdo considerado impróprio a cinco estudantes, com idades entre 13 e 14 anos, em uma escola. O caso veio à tona nesta quinta-feira (12), quando a Polícia Militar esteve na instituição para registrar o boletim de ocorrência. A denúncia envolve três meninas e dois meninos que participavam de um grupo de WhatsApp criado pelos próprios alunos.

De acordo com relatos de familiares, os estudantes teriam criado um grupo no aplicativo de mensagens e adicionado o funcionário. A partir disso, ele teria enviado conteúdos inadequados aos adolescentes.

Segundo responsáveis pelos alunos, a direção da escola foi procurada após as adolescentes relatarem as mensagens recebidas. Ainda conforme os familiares, a instituição teria tentado inicialmente tratar a situação internamente, antes do registro formal da ocorrência e sem comunicação imediata aos pais, o que gerou indignação entre eles.

Imagem: Marina Menta / Impactto News

 

Após a repercussão do caso, a direção informou aos responsáveis que o funcionário foi desligado por justa causa, enquanto os fatos seguem sob apuração.

A Polícia Militar da 8ª CIA Independente esteve no local nesta quinta-feira (12) para a realização do boletim de ocorrência. O caso deve ser encaminhado à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação.

A direção da escola foi procurada para comentar o caso, mas escolheu se manisfestar por nota. 

O Colégio Batista Mineiro Lagoa Santa informa que, ao tomar conhecimento de denúncia envolvendo um colaborador dessa unidade, relacionada a mensagens enviadas à estudantes do Ensino Médio da escola, em redes sociais, adotou imediatamente as providências cabíveis.

Tão logo a denúncia chegou ao conhecimento da direção da escola, o colaborador foi prontamente desligado da instituição. O caso foi encaminhado às autoridades competentes, que conduzem a apuração dos fatos, com total colaboração da Rede Batista de Educação, que permanece à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos.

Desde 1918, a Rede Batista de Educação pauta sua atuação por princípios éticos sólidos, pelo cuidado com seus estudantes e pelo compromisso inegociável com a verdade, expresso em seu lema institucional: Veritas vincit. A verdade vence.

O caso segue sob investigação.

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