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Pedágios entre BH e Confins, Serra do Cipó e Vetor Norte: veja os valores previstos

Valores foram apresentados por representante da Subsecretaria de Concessões e Parcerias; projeto de Zema quer instalar 12 praças de pedágio cortando 13 cidades

24/03/2025 às 13h25
Por: Redação
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Pedágios entre BH e Confins, Serra do Cipó e Vetor Norte: veja os valores previstos

Os moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte podem ter um novo impacto financeiro com a instalação de 12 praças de pedágio no Vetor Norte, incluindo o trecho entre a capital mineira e o Aeroporto de Confins. A proposta faz parte do projeto de concessão de rodovias do governador Romeu Zema (Novo), que prevê a administração de 123,4 km de estradas estaduais, cortando 13 municípios.

Os valores das tarifas foram apresentados por um representante da Subsecretaria de Concessões e Parcerias durante uma audiência da Comissão de Mobilidade Urbana, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara Municipal de Belo Horizonte. O modelo de cobrança prevê descontos progressivos para os motoristas que usarem os trechos com frequência, com uma redução média de 28,46% para usuários frequentes em relação à tarifa inicial.

Trecho entre BH e Aeroporto de Confins

O trajeto entre Belo Horizonte e o Aeroporto de Confins, um dos mais movimentados de Minas, deve ter uma tarifa inicial de R$ 7,74. Para motoristas que utilizarem o trecho com regularidade, o valor cai para R$ 6,20 na décima passagem e chega a R$ 3,79 na trigésima viagem.

Viagem até a Serra do Cipó

Outro destino bastante procurado, especialmente por turistas, é a Serra do Cipó. A tarifa inicial será de R$ 13,36, com descontos progressivos para quem usar a estrada com frequência. Na trigésima viagem, o valor cai para R$ 6,54, representando uma redução de 51,06%.

Municípios afetados pela concessão

O edital prevê que a concessão abrangerá os seguintes municípios: Belo Horizonte, Lagoa Santa, Prudente de Morais, Capim Branco, Matozinhos, Pedro Leopoldo, Confins, São José da Lapa, Santana do Riacho, Jaboticatubas, Vespasiano, Santa Luzia e Sete Lagoas.

O governo estadual argumenta que os pedágios são necessários para financiar melhorias na infraestrutura e na segurança das rodovias. No entanto, o projeto enfrenta resistência de parte da população e de lideranças políticas, que criticam a cobrança adicional para os motoristas que trafegam regularmente na região.

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