
A Escola Municipal Lídia Angélica, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, passará por uma reforma completa para modernização e ampliação da estrutura. A intervenção inclui obras de drenagem, reconstrução da rede hidráulica e criação de novos espaços para atividades esportivas e de educação integral.
A reforma exigirá a transferência temporária dos cerca de 600 estudantes matriculados na unidade. O processo começou neste mês e a mudança deve ser efetivada em outubro. A previsão é que os alunos retornem à escola de origem após a conclusão das obras.
A necessidade de uma intervenção estrutural foi identificada durante as vistorias preventivas realizadas pela Secretaria Municipal de Educação (Smed). A escola fica abaixo do nível da rua e é vizinha ao Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado, características que contribuíram para a identificação da necessidade de melhorias no sistema de drenagem e na rede hidráulica.
Segundo a Prefeitura, o tipo de intervenção prevista não permite a permanência de estudantes e profissionais no prédio durante a execução dos trabalhos. Por isso, a transferência foi planejada como uma medida temporária para garantir a segurança da comunidade escolar.
A reforma também deve ampliar os ambientes da escola e modernizar a estrutura disponível para os estudantes. O projeto prevê novos espaços voltados às atividades esportivas e à educação integral, além das intervenções necessárias para adequar as instalações da unidade.
Durante as obras, os estudantes do Ensino Fundamental serão distribuídos entre as escolas municipais Tabajara Pedroso e Geraldo Teixeira da Costa, ambas na região de Venda Nova. A Prefeitura informou que as duas unidades têm capacidade para receber os alunos e que será oferecido transporte para os estudantes transferidos temporariamente.
As crianças da Educação Infantil serão encaminhadas provisoriamente para Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e creches da região.
O plano de transferência foi apresentado a pais, professores e outros integrantes da comunidade escolar em reuniões realizadas nos dias 10 e 18 de setembro. Segundo a Smed, a medida foi organizada para manter as atividades escolares durante o período de intervenção e garantir o retorno dos estudantes à Escola Municipal Lídia Angélica depois da reforma.
A previsão é que a nova estrutura ofereça melhores condições para o funcionamento da escola após a conclusão dos trabalhos. A secretária municipal de Educação, Natália Araújo, afirmou que a transferência é necessária diante da dimensão da intervenção e que o objetivo é garantir a segurança dos estudantes durante a execução da obra.
Mín. 21° Máx. 33°