
O conglomerado de redes sociais Meta fechou acordos para promover mudanças no Facebook e no Instagram e pagar até US$18 bilhões para encerrar acusações de estados dos Estados Unidos de que teria projetado suas plataformas de mídia social para causar dependência em crianças e enganado o público sobre a segurança delas.
Os acordos foram anunciados nesta quarta-feira (26) e encerram um processo judicial que vinha sendo um dos testes de maior repercussão sobre as alegações de que as empresas de mídia social prejudicam crianças.
"O foco deste caso era proteger nossas crianças. A reparação que estamos obtendo neste acordo é muito significativa e vai muito além do que qualquer tribunal já ordenou ou provavelmente ordenará", destacou o procurador-geral do Colorado, Phil Weiser, em comunicado.
O acordo aceito pela Meta é que, ao longo de uma década, ficará restringido o uso do Facebook e do Instagram por adolescentes a duas horas por dia e bloquear o uso por completo, da meia-noite às 6h. O conglomerado ainda se comprometeu a aprimorar medidas para impedir que crianças acessem conteúdo restrito por idade.
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