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'Desenrola para Adimplentes' começa a operar com incentivos ao consumo e prêmios a bons pagadores

A nova fase do programa opera por meio de uma plataforma digital integrada às instituições financeiras cadastradas

10/08/2026 às 16h47
Por: Daniel Mendes
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Reprodução: José Cruz/Agência Brasil
Reprodução: José Cruz/Agência Brasil

O Governo Federal deu início, nesta segunda-feira (10), às operações do programa Desenrola para Adimplentes, uma iniciativa voltada a cidadãos que mantiveram suas contas em dia durante o período pós-pandemia.

A medida busca conceder linhas de crédito facilitadas e vantagens financeiras em todo o país para estimular a economia e valorizar os consumidores com bom histórico de pagamento. A nova fase do programa opera por meio de uma plataforma digital integrada às instituições financeiras cadastradas.

Por meio do sistema, os contribuintes com nome limpo e score de crédito positivo podem acessar refinanciamentos com juros reduzidos, descontos na renegociação de dívidas ativas e condições especiais de financiamento para compra de bens e serviços.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a nova etapa amplia o alcance do Desenrola, criado originalmente para renegociar dívidas de pessoas inadimplentes.

"O valor que a gente defende no Desenrola é o pagamento, em dia, das contas. Os depoimentos que a gente ouviu mostram isso: as pessoas queriam pagar, mas não estavam conseguindo. Voltaram agora, com essa ajuda do governo, a poder pagar em dia", afirmou.

A implementação da medida responde à necessidade de reaquecer o comércio e o setor de serviços sem incentivar o endividamento desordenado.

Para consultar o direito aos benefícios e aderir às propostas, os interessados devem acessar o portal oficial do programa no site do Governo Federal ou utilizar os aplicativos dos bancos parceiros credenciados. 

As operações permanecem ativas para adesão ao longo dos próximos meses conforme o calendário de ofertas de cada instituição financeira. A pasta ainda adverte que a renegociação é feita exclusivamente nas instituições financeiras, sem intermediação de sites específicos do governo ou envio de links por SMS e aplicativos.

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