
Menos de 24 horas depois de aparecer ao lado do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, e do presidente estadual da legenda em Minas, Euclydes Pettersen, emocionado e afirmando que não seria candidato ao governo de Minas, Cleitinho voltou atrás.
Nesta terça-feira, durante a convenção nacional do Republicanos, em Brasília, o senador pediu a palavra e fez um apelo público para voltar a ser candidato ao governo. Em seu discurso, afirmou que falava “com toda humildade” e disse que era “o Espírito Santo” quem estava pedindo para que ele fizesse aquele pronunciamento. Também declarou que conversou com o pai e com a mãe antes de tomar a decisão e pediu uma nova oportunidade para disputar a eleição.
A nova mudança de posição reforça a sensação de incerteza que tem marcado a condução de sua pré-candidatura. Em poucos dias, o discurso mudou diversas vezes, deixando aliados, dirigentes partidários e eleitores sem saber qual, afinal, é a decisão definitiva.
Na política, mudar de posição faz parte do jogo democrático. Mas quando isso ocorre repetidamente em um momento decisivo para a definição das candidaturas, inevitavelmente gera dúvidas sobre a condução política do processo. A pergunta que fica é: desta vez, a decisão será definitiva ou Minas ainda assistirá a mais uma reviravolta?
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