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Mulher é presa suspeita de agredir filha adolescente com água quente em MG

Caso ocorreu em Patos de Minas; adolescente sofreu queimaduras leves e mãe admitiu parte das agressões, segundo a PM

22/05/2026 às 10h33 Atualizada em 22/05/2026 às 10h43
Por: Cristiane Cirilo
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Reprodução
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Uma mulher de 46 anos foi presa em flagrante em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, suspeita de agredir a própria filha, de 16 anos, com água quente de macarrão instantâneo e outros objetos durante uma discussão familiar ocorrida na última quarta-feira (20/5).

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, a adolescente sofreu queimaduras leves na perna e na mão direita após ser atingida pela água fervente. Ela também teria sido agredida com socos, tapas, puxões de cabelo e golpes com uma panela.

O caso ocorreu dentro da residência da família e mobilizou equipes do Samu, que prestaram atendimento à vítima no local. A jovem foi avaliada e não precisou ser encaminhada a um hospital.

De acordo com o boletim de ocorrência, o conflito teria começado após uma discussão entre irmãos no dia anterior, motivada por um objeto doméstico. Durante o desentendimento, a mãe teria feito ameaças contra os filhos e afirmado que pegaria uma faca, segundo relato de testemunhas.

Ainda conforme a PM, durante a tentativa da adolescente de deixar a residência, as agressões teriam se intensificado. A mulher também é acusada de danificar pertences da filha e jogar líquidos sobre roupas e objetos pessoais.

Ao ser questionada pelos policiais, a suspeita admitiu parte das agressões, incluindo o lançamento da água quente e o uso da panela contra a adolescente. Ela também confirmou que, no dia anterior, teria procurado uma faca com intenção de agredir outra filha.

A Polícia Militar informou ainda que a mulher faz uso de medicamentos controlados, mas teria relatado que não tomou as doses no dia da ocorrência. O Samu afirmou que ela apresentava apenas sinais de nervosismo, sem alterações clínicas graves no momento do atendimento.

A suspeita foi presa em flagrante e encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

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