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Dupla é presa suspeita de vender medicamento controlado sem receita na Grande BH

Dupla vendia doses sem receita médica e armazenava o produto em caixas térmicas; materiais e celulares foram apreendidos pela polícia

06/03/2026 às 10h40
Por: Cristiane Cirilo
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Divulgação/PCMG
Divulgação/PCMG

Um homem de 26 anos e uma esteticista de 41 foram presos em flagrante suspeitos de vender ilegalmente um medicamento de uso controlado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A prisão foi realizada na terça-feira (3), mas os detalhes da ocorrência foram divulgados apenas nessa quinta-feira (5) pela Polícia Civil de Minas Gerais.

Segundo a investigação, os suspeitos comercializavam doses do medicamento sem autorização e sem apresentação de receita médica. Durante a operação, os policiais encontraram seringas já preenchidas com doses de 15 mg do produto, além de ampolas armazenadas em caixas térmicas de isopor.

No local também foram apreendidos materiais que seriam utilizados para montar kits destinados à venda e distribuição do medicamento. Entre os itens recolhidos estavam seringas, embalagens plásticas, sacolas de papel, recipientes com gelo, compressas com álcool e caixas térmicas usadas no transporte das doses.

Os investigadores recolheram ainda três cadernos com anotações financeiras, dois celulares e um carimbo médico.

De acordo com a polícia, o homem afirmou que vendia o medicamento havia cerca de uma semana. Ele relatou que oferecia as doses tanto em uma loja física quanto em grupos de mensagens e que armazenava os produtos na própria casa.

Ainda segundo o depoimento, o medicamento seria fornecido pela mulher de 41 anos, que teria se apresentado como médica aos clientes.

Durante a abordagem, a suspeita disse aos policiais que é esteticista, formada em um curso tecnólogo na área, e afirmou ter cursado dez períodos de medicina, mas não ter concluído a graduação. Ela também reconheceu saber que a venda do medicamento era ilegal.

Na bolsa da mulher, os policiais encontraram um carimbo com o nome e o número de registro de outra médica. Questionada sobre a origem do objeto, ela apresentou versões diferentes. Durante o interrogatório, a suspeita optou por permanecer em silêncio.

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