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Polícia Civil rebate rumores e mantém investigação sobre mortes de secretário e filhos

Publicações nas redes sociais questionam versão inicial de homicídio seguido de suicídio, mas Polícia Civil nega qualquer mudança na linha de investigação

23/02/2026 às 17h55
Por: Marina Menta
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Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

A morte do secretário municipal Thales Machado e de seus filhos, em Itumbiara, no sul de Goiás, passou a ser cercada por versões conflitantes nos últimos dias. Enquanto publicações em redes sociais levantam dúvidas sobre a dinâmica do crime e sugerem possível participação de terceiros, a Polícia Civil de Goiás afirma que não houve alteração na linha de investigação e nega as especulações.

Segundo as informações que circulam na internet, detalhes técnicos da perícia criminal colocariam em xeque a narrativa inicial de homicídio seguido de suicídio. Entre os pontos mencionados estão a suposta ordem das mortes, com a alegação de que Thales Machado teria sido o primeiro a falecer, e a posição da arma de fogo, encontrada sobre o peito do secretário, circunstância que, segundo essas publicações, não seria compatível com a mecânica de um disparo contra a própria cabeça.

As mensagens também sugerem que esses elementos poderiam indicar a presença de um agente externo na cena do crime, levantando a hipótese de que o secretário poderia não ser o autor dos disparos.

No entanto, a Polícia Civil negou qualquer mudança na condução do caso. A corporação informou que a investigação segue baseada em laudos periciais oficiais e que, até o momento, não há confirmação de elementos que alterem a linha inicialmente divulgada.

De acordo com a Polícia Civil, as informações que circulam nas redes sociais não correspondem ao posicionamento oficial da investigação. A corporação reforçou que o inquérito está em andamento, sob sigilo, e que apenas dados confirmados por meio de perícia técnica e análise formal serão considerados.

A repercussão do caso ampliou o debate público, especialmente diante da gravidade da ocorrência e do impacto na comunidade local. Autoridades pedem cautela na divulgação de informações não verificadas, destacando que a propagação de versões sem confirmação pode comprometer o andamento das investigações.

Enquanto isso, a expectativa é de que novos laudos técnicos e conclusões oficiais sejam divulgados ao longo do inquérito, esclarecendo as circunstâncias da tragédia.

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