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Mãe gera polêmica ao reclamar de passageira que não quis trocar de lugar com seu filho em voo

O episódio viralizou nas redes sociais e gerou discussões sobre empatia e direitos dos passageiros durante o voo.

05/12/2024 às 15h30
Por: Redação
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma situação inusitada e polêmica tomou conta das redes sociais recentemente, quando uma mãe gravou um vídeo discutindo com uma passageira que se recusou a trocar de lugar com seu filho em um avião. No registro, a mulher acusou a outra passageira de não ter empatia, enquanto criança, que estava visivelmente nervosa, chorava em sua cadeira. Segundo a mãe, a criança estava com medo e a única forma de acalmá-la seria trocando de lugar com alguém para que ele ficasse próximo à janela, um lugar que ela acreditava ser mais reconfortante para o filho.

Nas imagens, é possível ouvir a mãe afirmando: "Ela não quis trocar com a criança que está nervosa. Só porque não quer trocar de lugar. Perguntei se ela tem alguma síndrome, alguma coisa. Se ela tivesse algum problema, a gente entenderia. Você não tem empatia com as pessoas", enquanto a outra mulher, visivelmente desconfortável com a situação, questiona se está sendo filmada, mas opta por não entrar em confronto direto.

Apesar do intuito da mãe de sensibilizar a opinião pública sobre a situação, o vídeo teve o efeito oposto, com muitos internautas defendendo a atitude da passageira e criticando a mãe. A postagem viralizou rapidamente e gerou uma série de comentários nas redes sociais. "Moça, vim te agradecer por não ter trocado de lugar. Meu dia melhorou 1000%. Depois conta o que aconteceu", escreveu uma internauta. "Já deu entrada nos processos contra a companhia aérea e a mãe sem noção?", questionou outra. Outros chegaram até o zombar da situação, dizendo que a próxima "solicitação" seria para que uma criança ocupasse o lugar do piloto.

De acordo com a legislação brasileira, nenhum passageiro é obrigado a trocar de assento, a não ser por questões de segurança ou a pedido da tripulação. Essa informação, que muitas pessoas desconhecem, foi rapidamente compartilhada nas redes sociais, gerando uma reflexão sobre os limites da "gentileza forçada" em espaços públicos como aviões.

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