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PM entra em prédio abandonado após denúncias de depredação e ocupação irregular

Policiais retiraram pessoas que estariam ocupando o imóvel no bairro Santo Antônio; moradores relatam dificuldade para localizar alguns dos ocupantes

08/08/2026 às 16h31 Atualizada em 08/08/2026 às 18h05
Por: João Vitor Viana
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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) esteve, no início da tarde deste sábado (8), no prédio abandonado onde funcionava uma unidade de uma empresa de telefonia, no bairro Santo Antônio, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A entrada dos policiais ocorreu após denúncias de depredação e da presença de pessoas no interior do imóvel, localizado nas proximidades da avenida Prudente de Morais. Clique aqui para ver o vídeo!

Com o passar do tempo, outras viaturas foram deslocadas para o local. Segundo moradores do entorno, algumas pessoas foram retiradas do edifício durante a ação. Os relatos indicam que parte delas já estaria utilizando o imóvel como moradia, em meio às condições de abandono da estrutura.

Moradores afirmam, ainda, que os policiais tiveram dificuldades para chegar a algumas das pessoas que estavam dentro do prédio. Conforme os relatos, alguns ocupantes teriam utilizado diferentes caminhos e pontos de acesso do imóvel para tentar evitar a abordagem e uma possível condução à delegacia.

A presença da PM ocorre um dia após moradores denunciarem episódios de depredação no edifício. Um registro feito na sexta-feira (7), por volta das 12h40, mostrou a movimentação no imóvel. Segundo a comunidade, a situação também tem ocorrido durante a madrugada, provocando barulho e aumentando a sensação de insegurança na região.

Os moradores relatam que pessoas estariam retirando partes de janelas e outros materiais do prédio e arremessando objetos do alto do edifício. A situação preocupa principalmente pela possibilidade de materiais atingirem pedestres e veículos que circulam pelas proximidades.

A comunidade afirma que a Polícia Militar já havia sido acionada diante dos episódios e cobra providências para impedir o acesso ao imóvel e evitar acidentes. Os moradores também defendem que o prédio seja vistoriado e que sejam adotadas medidas para garantir a segurança de quem vive ou circula na região.

Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o número de pessoas retiradas do prédio, eventuais prisões ou conduções realizadas durante a operação. A situação no imóvel continua sendo acompanhada pelas autoridades.

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