
Imagens captadas do alto têm ajudado a Prefeitura de Belo Horizonte a tomar decisões com mais agilidade no dia a dia da cidade. O uso de drones, cada vez mais frequente, passou a integrar ações que vão de vistorias em obras até o controle de áreas de risco e combate a doenças.
Desde a adoção da tecnologia, já foram realizados mais de 440 voos, cobrindo cerca de 220 quilômetros quadrados — o equivalente a aproximadamente 65% do território da capital. O material gerado alimenta sistemas internos que orientam diferentes áreas da administração municipal.
Na prática, os registros aéreos substituem etapas mais demoradas de trabalho em campo. Com imagens detalhadas, equipes conseguem identificar problemas, planejar intervenções e acompanhar mudanças no território em menos tempo.
O uso dos drones também se estende ao monitoramento ambiental, com fiscalização de áreas de preservação e análise de encostas, além de apoio a ações de saúde pública, como a identificação de possíveis focos de dengue em locais de difícil acesso.
Com a tecnologia, a prefeitura busca reduzir custos operacionais e acelerar respostas em diferentes frentes, usando dados mais precisos para orientar políticas públicas e serviços urbanos.
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