
O Governo de Minas Gerais divulgou, nesta terça-feira (28/4), uma nota em que rebate a versão atribuída ao ex-secretário de Educação, Rossieli Soares, sobre sua saída do cargo. Segundo o comunicado, não procede a informação de que a exoneração tenha ocorrido “em comum acordo”.
De acordo com a gestão estadual, a decisão partiu do governador Mateus Simões e foi motivada por informações preliminares de uma investigação conduzida pela Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais. O governo afirma ainda que os dados já foram encaminhados aos órgãos competentes para a adoção de medidas.
A exoneração foi oficializada na segunda-feira (27/4), mas a natureza das investigações e os fatos que teriam motivado a decisão não foram detalhados na nota, o que levanta questionamentos sobre o conteúdo e a gravidade das apurações em andamento.
Outro ponto destacado pelo Executivo estadual é a existência de uma suposta nota atribuída ao ex-secretário, que teria divulgado posicionamentos em nome do governo sem autorização. Diante disso, a administração informou que irá abrir procedimento para apurar responsabilidades.
Sem esclarecer quais são as suspeitas investigadas nem o estágio da apuração, o caso ainda deixa lacunas importantes sobre os motivos que levaram à saída de Rossieli Soares. A reportagem busca mais informações junto ao governo e à defesa do ex-secretário.
Ao final, o Governo de Minas reafirmou compromisso com a ética, a transparência e o interesse público.
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