A circulação do vírus Influenza A apresenta aumento no Brasil e passa a impactar o número de casos graves de doenças respiratórias no país.
Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, o avanço do vírus contribui para o crescimento dos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave em diferentes regiões.
Há aumento de casos associados à influenza A em estados como Mato Grosso e na maior parte do Nordeste, além de áreas da região Norte, incluindo Amapá, Pará e Rondônia. No Sudeste, o crescimento é observado no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
Desde o início de 2026, os casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave são atribuídos principalmente ao rinovírus, seguido pela influenza A, Sars-CoV-2, vírus sincicial respiratório e influenza B.
Entre os óbitos registrados no período, o Sars-CoV-2 apresenta a maior proporção, seguido pela influenza A e pelo rinovírus.
Nas últimas semanas epidemiológicas, influenza A e Covid-19 aparecem com proporções semelhantes entre as mortes, seguidas por outros vírus respiratórios.
Os dados reforçam a necessidade de monitoramento contínuo das doenças respiratórias e acompanhamento da evolução dos casos no país.