17°C 28°C
Belo Horizonte, MG
Publicidade

Programa do Governo de MG avança na recuperação de áreas afetadas pela mineração

Iniciativa redefine uso de territórios e amplia ações de recuperação ambiental no estado

22/03/2026 às 15h24
Por: Vitória Carneiro
Compartilhe:
Imagem: Internet
Imagem: Internet

O Governo de Minas Gerais avança na recuperação de áreas impactadas pela mineração por meio do Programa de Reconversão Ambiental, conduzido pela Fundação Estadual do Meio Ambiente. A iniciativa estabelece diretrizes para o fechamento de minas e a reutilização dos territórios.

Segundo a Fundação Estadual do Meio Ambiente, o programa busca garantir que o encerramento das atividades minerárias ocorra de forma planejada, com recuperação ambiental, enfrentamento de passivos e definição de novos usos para as áreas.

A proposta incorpora o planejamento antecipado, a recuperação progressiva e a avaliação do uso futuro das áreas como parte do próprio ciclo da mineração, tratando o fechamento das minas como etapa estratégica.

O programa é estruturado em cinco frentes de atuação, que incluem desde a recuperação ambiental durante a operação até a gestão de áreas paralisadas ou abandonadas e o incentivo a novos usos.

Dados da fundação indicam que, em 2025, cerca de 130 áreas são acompanhadas em processo de recuperação no estado, sendo que mais de 20 já recebem declaração de aptidão para novos usos.

A reconversão ambiental prevê a transformação desses espaços em áreas com funções econômicas, sociais e ambientais. Em Nova Lima, projetos em antigas áreas mineradas incluem iniciativas com uso residencial, cultural e comercial.

Outros projetos também preveem a criação de espaços de lazer e convivência, com uso progressivo das áreas após a estabilização das estruturas.

Experiências anteriores, como o Instituto Inhotim, em Brumadinho, e o Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, demonstram a possibilidade de reaproveitamento de áreas mineradas para atividades culturais e ambientais.

A iniciativa integra políticas públicas voltadas à gestão sustentável do território e ao aproveitamento de áreas impactadas pela atividade mineral no estado.

 
Governo prevê convocar 1.860 aprovados do CNU para vagas remanescentes Nova chamada deve preencher cargos não ocupados; decisão sobre excedentes ainda depende das nomeações iniciais Maria Antônia Rebouças Por Maria Antônia Rebouças 18/03/2026 às 08h30 • Atualizado há 4 dias Compartilhar Prova estudar • Freepik GA ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta terça-feira (17) que o governo federal deve realizar uma nova convocação de aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CNU) para preencher vagas que ficaram em aberto. A previsão é chamar cerca de 1.860 candidatos. Segundo a ministra, parte das vagas ofertadas inicialmente não foi preenchida nas primeiras convocações, o que levou à necessidade de uma nova etapa. “Já houve uma chamada grande de excedentes e agora teremos essa nova etapa para preencher vagas remanescentes”, disse. Apesar da nova convocação, a ampliação do número de vagas além das previstas no edital ainda não está definida. De acordo com Dweck, qualquer decisão sobre a chamada de excedentes dependerá da conclusão das nomeações para as vagas imediatas. Rádio Itatiaia Fique por dentro de tudo: siga a Itatiaia no Google e receba as notícias em tempo real Seguir no Google O processo de nomeação também depende da demanda dos órgãos federais. Ministérios e entidades têm até o dia 23 de março para solicitar autorização de provimento dos cargos. Cadastro reserva elevado A ministra destacou ainda que o governo possui um grande número de candidatos em cadastro reserva, somando seleções recentes e anteriores. “Tem quase 20 mil pessoas em cadastro reserva”, afirmou. Após o envio das solicitações pelos órgãos, os dados serão analisados pela Secretaria de Orçamento Federal, que avaliará a viabilidade das nomeações dentro dos limites orçamentários. Sobre uma possível nova edição do Concurso Público Nacional Unificado, a ministra informou que não há previsão de realização ainda em 2026.
 

MANCHETE
Governo prevê convocar 1.860 aprovados do CNU para vagas remanescentes

SUBTÍTULO
Nova chamada busca preencher cargos não ocupados; decisão sobre excedentes segue em análise

CORPO DA MATÉRIA
O governo federal prevê convocar cerca de 1.860 aprovados no Concurso Público Nacional Unificado para preencher vagas que não foram ocupadas nas etapas iniciais de nomeação.

Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, a nova chamada ocorre após identificação de cargos que permanecem vagos mesmo após convocações anteriores.

A ministra Esther Dweck afirma que já houve uma convocação expressiva de excedentes e que uma nova etapa será realizada para preencher as vagas remanescentes.

A ampliação do número de vagas além das previstas em edital ainda não está definida. A decisão sobre a convocação de excedentes depende da conclusão das nomeações para os cargos imediatos.

O processo também depende da demanda apresentada por órgãos federais, que têm prazo até o dia 23 de março para solicitar autorização de provimento das vagas.

Após o envio das solicitações, a Secretaria de Orçamento Federal analisa a viabilidade das nomeações, considerando os limites orçamentários.

O governo informa ainda que há um volume elevado de candidatos em cadastro reserva, com cerca de 20 mil pessoas disponíveis para futuras convocações.

Não há, até o momento, previsão para a realização de uma nova edição do Concurso Público Nacional Unificado em 2026.

 
 
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.