
O Brasil fechou sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 com um resultado inédito. A delegação terminou na 19ª posição no quadro geral de medalhas, alcançando a melhor campanha do país desde a estreia em edições de inverno.
O grande destaque foi o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, que conquistou a medalha de ouro no slalom gigante do esqui alpino. A vitória marcou a primeira medalha da história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno e colocou o país no mapa das nações medalhistas na competição.
Além do ouro histórico, outros atletas também obtiveram resultados expressivos. No skeleton feminino, Nicole Silveira terminou na 11ª colocação, garantindo uma das melhores marcas brasileiras em modalidades de gelo.
No snowboard halfpipe, Pat Burgener e Augustinho Teixeira ficaram entre os 20 melhores colocados. Já no bobsled 4-man, o quarteto formado por Edson Bindilatti, Davidson de Souza, Luis Bacca e Rafael Souza terminou na 19ª posição, também alcançando o melhor resultado do país na modalidade.
No quadro geral de medalhas, a liderança ficou com a Noruega, seguida por potências tradicionais como Estados Unidos e Holanda.
Com números recordes e a inédita medalha de ouro, o Brasil encerra sua participação em Milão-Cortina consolidando a evolução nos esportes de inverno e abrindo novas perspectivas para as próximas edições olímpicas.
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