
A Prefeitura de Belo Horizonte tem apostado na tecnologia e em ações contínuas de vigilância para conter a proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Ao longo de 2025, foram realizadas cerca de 3,7 milhões de visitas domiciliares pelos Agentes de Combate a Endemias (ACE), que orientam moradores, identificam possíveis focos e aplicam biolarvicidas sempre que necessário.
O trabalho também inclui o uso de inseticidas a Ultra Baixo Volume (UBV), técnica aplicada para eliminar mosquitos adultos. Somente neste ano, mais de 21 mil imóveis foram contemplados pela medida. Além disso, a prefeitura tem utilizado drones para captar imagens aéreas e localizar locais de difícil acesso, onde os criadouros podem se formar. Em 54 sobrevoos realizados, quase 7 mil pontos de risco foram identificados e monitorados.
Outro recurso importante na estratégia é o uso de ovitrampas, armadilhas que simulam o ambiente ideal para a reprodução do mosquito e ajudam a medir o nível de infestação nas regionais da cidade. Em 2025, mais de 59 mil visitas foram feitas para acompanhar esses dispositivos, que hoje somam 1,7 mil unidades instaladas.
Entre as ações mais inovadoras está o projeto de soltura de mosquitos com Wolbachia, uma bactéria que reduz a capacidade de transmissão de doenças pelo Aedes aegypti. O método, que não envolve modificação genética, tem sido reconhecido como uma das alternativas mais eficazes e sustentáveis para o controle do vetor.
As iniciativas demonstram o esforço da administração municipal em aliar ciência, tecnologia e conscientização da população no enfrentamento às arboviroses, reforçando o compromisso com a saúde pública e o bem-estar dos moradores da capital mineira.
Prefeitura de Belo Horizonte – Cuidar da cidade é cuidar das pessoas.
Mín. 19° Máx. 34°