
Um terremoto de magnitude 7 deixou pelo menos 16 pessoas mortas e 76 feridas na região do Tibete, no sudoeste da China. O tremor ocorreu por volta das 22h33 de quinta-feira (22), no horário local, na região de Nagqu, no norte do território. As informações mais recentes foram divulgadas por autoridades locais nesta sexta-feira (23).
O número de feridos aumentou em relação ao balanço inicial, que apontava 32 vítimas. Segundo as autoridades, casas danificadas pelo abalo principal podem desabar durante novos tremores, o que mantém o risco para os moradores das áreas atingidas.
Centenas de imóveis foram atingidos
O terremoto provocou o desabamento de pelo menos 339 residências e 20 abrigos para animais, segundo informações divulgadas pela imprensa oficial chinesa. O epicentro foi localizado em uma área pouco povoada e de grande altitude, a cerca de 400 quilômetros de Lhasa, capital do Tibete.
O tremor também afetou serviços de comunicação e energia em algumas localidades. As autoridades informaram que o fornecimento desses serviços está sendo restabelecido gradualmente.
Equipes de resgate foram mobilizadas
Mais de 300 policiais foram enviados à região para apoiar as operações de emergência, avaliar os danos e ajudar os moradores a se deslocarem para locais seguros. De acordo com a agência estatal Xinhua, mais de 12 mil pessoas foram retiradas de áreas consideradas de risco.
Também foram registrados tremores secundários após o abalo principal. As equipes seguem mobilizadas para localizar pessoas que possam precisar de ajuda e prestar assistência à população atingida.
O terremoto é considerado o mais forte a atingir a China desde janeiro de 2024, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional com base em dados oficiais chineses. As autoridades continuam avaliando os impactos do desastre.
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