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Desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga assume presidência do TRE-MG

Vice-presidência e corregedoria ficam com o desembargador Sálvio Chaves; gestão conduzirá eleições de 2026 no estado

09/06/2026 às 11h15
Por: Cristiane Cirilo
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 Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) empossou nesta segunda-feira (8) o desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga como novo presidente da Corte. Ele permanecerá no cargo até junho de 2027.

Durante o mesmo período, o TRE-MG será vice-presidido e terá a corregedoria eleitoral sob responsabilidade do desembargador Sálvio Chaves. A nova gestão será responsável pela condução das eleições de 2026 em Minas Gerais.

A solenidade de posse foi realizada no teatro do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, e reuniu autoridades dos Três Poderes, representantes do Judiciário, Ministério Público, OAB-MG, além de servidores e convidados.

Entre os presentes estiveram a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, o governador de Minas Gerais Mateus Simões, o prefeito de Belo Horizonte Álvaro Damião, senadores, ministros de tribunais superiores e integrantes da Corte Eleitoral mineira.

Em discurso de posse, Carlos Henrique Perpétuo Braga afirmou que assume a presidência com “sentimento de honra” e destacou o compromisso com a democracia, a transparência e a responsabilidade institucional.

O novo presidente afirmou ainda que a cidadania envolve não apenas direitos, mas também deveres e participação ativa na vida pública. Segundo ele, a Justiça Eleitoral tem papel central na garantia da vontade popular e na preservação do processo democrático.

Ele também defendeu uma gestão baseada em eficiência administrativa, planejamento e diálogo institucional, destacando que a atuação do tribunal deve estar voltada ao interesse público.

O vice-presidente e corregedor eleito, Sálvio Chaves, acompanhará a condução administrativa e disciplinar do tribunal ao longo do biênio.

Durante a solenidade, autoridades presentes destacaram a importância da Justiça Eleitoral no contexto de desafios como o uso de novas tecnologias e o combate à desinformação no processo eleitoral.

O presidente que deixa o cargo, desembargador Júlio César Lorens, fez um balanço da gestão e destacou ações de modernização administrativa e reforço da estrutura do tribunal.

Entre os números apresentados, citou a coleta de mais de 1,3 milhão de registros biométricos no período de 11 meses.

A cerimônia também marcou as comemorações pelos 30 anos da urna eletrônica no Brasil, com exposição de modelos utilizados desde 1996 e homenagens a autoridades e servidores da Justiça Eleitoral.

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