
O avanço do uso de medicamentos para emagrecimento tem gerado efeitos curiosos até mesmo no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações divulgadas pela colunista Bela Megale, do jornal O Globo, as mudanças físicas de servidores e frequentadores da Corte passaram a interferir no funcionamento do sistema de reconhecimento facial utilizado para controle de acesso ao prédio.
De acordo com a publicação, o aumento do uso do Mounjaro entre pessoas que circulam pela Praça dos Três Poderes tem provocado alterações significativas na aparência de alguns usuários, levando o sistema a apresentar dificuldades na identificação.
Com isso, diversos servidores e visitantes precisaram atualizar as fotografias cadastradas para continuar acessando normalmente as dependências do tribunal. Em alguns casos, as transformações físicas foram suficientes para comprometer o reconhecimento automático realizado pelos equipamentos de segurança.
Responsáveis pelo setor de credenciamento relataram que a situação tem exigido constantes revisões dos registros, com a atualização frequente dos cadastros biométricos para garantir o funcionamento adequado do controle de acesso.
O episódio chama atenção para os impactos que mudanças corporais expressivas podem causar em tecnologias de identificação facial, cada vez mais utilizadas em órgãos públicos e instituições de segurança.
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