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Síndrome Respiratória Aguda Grave exige atenção: entenda sintomas, causas e prevenção

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis ao agravamento da SRAG. Em casos de sintomas respiratórios com sinais de alerta, a orientação é buscar atendimento médico imediato

18/04/2026 às 12h34
Por: Cristiane Cirilo
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A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é uma condição clínica caracterizada por uma infecção respiratória intensa que compromete o funcionamento dos pulmões e dificulta a oxigenação adequada do sangue. O quadro, que não é uma doença específica, mas uma complicação decorrente de diferentes infecções, pode evoluir rapidamente e demandar atendimento médico urgente.

Entre as principais causas da SRAG estão vírus respiratórios como o da gripe (Influenza A e B), o vírus sincicial respiratório (VSR), o adenovírus e o coronavírus, responsável pela covid-19. Em muitos casos, a síndrome está associada a quadros de pneumonia, o que agrava ainda mais a condição respiratória do paciente.

Sintomas de alerta

Os sinais mais comuns da SRAG incluem dificuldade para respirar, sensação de peso no peito, febre persistente, perda de apetite e coloração arroxeada nos lábios ou no rosto. Em casos mais graves, pode haver cansaço extremo e piora significativa do estado geral de saúde.

Especialistas alertam que a identificação precoce dos sintomas é essencial para evitar complicações.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde com base na avaliação clínica e em exames complementares, como raio-X ou tomografia do tórax, testes laboratoriais e análises para identificação de vírus respiratórios por meio de swab nasal.

O tratamento varia conforme a gravidade do quadro e pode incluir hidratação, controle da febre, uso de medicamentos antivirais ou antibióticos, além de suporte respiratório com oxigênio. Em situações mais graves, pode ser necessária internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Prevenção é fundamental

A prevenção da SRAG está diretamente ligada à redução do risco de infecções respiratórias. A vacinação contra gripe e covid-19 é uma das principais formas de proteção, assim como a higienização frequente das mãos, o uso de máscara em ambientes fechados ou com pessoas sintomáticas e a manutenção de hábitos saudáveis.

Evitar contato próximo com pessoas infectadas também ajuda a reduzir a transmissão de vírus respiratórios.

Atenção aos grupos de risco

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis ao agravamento da SRAG. Em casos de sintomas respiratórios com sinais de alerta, a orientação é buscar atendimento médico imediato.

A SRAG pode ter evolução rápida, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado aumentam significativamente as chances de recuperação.

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