
A troca do carregador da tornozeleira eletrônica do ex-presidente Jair Bolsonaro foi confirmada nesta quinta-feira (2), após comunicação da Polícia Militar do Distrito Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O procedimento ocorreu na madrugada do último domingo (29), entre 00h34 e 01h03, sem que o motivo tenha sido informado pelas autoridades.
Segundo o comunicado enviado à Corte, a substituição foi realizada enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por 90 dias, com uso obrigatório de monitoramento eletrônico contínuo, conforme determinação judicial.
A Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pela vigilância da residência do ex-presidente, não detalhou as razões para a troca do equipamento.
A ação foi executada pela policial penal Rita de Cássia Gaio, que já havia atuado anteriormente em uma ocorrência no local, após uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. O histórico da agente no caso reforça a atenção das autoridades sobre o monitoramento.
Diante das informações, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF, poderá solicitar esclarecimentos adicionais para entender as circunstâncias da substituição.
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