
As negociações partidárias em Minas ganharam novo ritmo, com União Brasil e PP no centro das conversas sobre 2026. Diante das dificuldades de consolidação da pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões, dirigentes do União Brasil passaram a considerar o secretário de Governo, Marcelo Aro (PP), como alternativa, dado seu trânsito com PL, Podemos e Republicanos.
A mudança no comando do União Brasil em Minas, com a saída de Delegado Marcelo de Freitas e a chegada de Rodrigo de Castro, aliado de Rodrigo Pacheco, alterou o equilíbrio interno do partido e reabriu discussões sobre alianças e candidaturas.
Nesse cenário, o prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, ganha relevância como articulador da federação PP–União Brasil e mantém diálogo próximo com Aro.
Zema segue cauteloso e evita definições antecipadas. Enquanto isso, aliados de Aro dizem que sua possível candidatura ao Senado segue no radar, dependendo do desenho das alianças e do posicionamento de Pacheco.
Minas entra no pré-eleitoral com um quadro ainda aberto, tendo União Brasil, PP, Marcelo Aro e Rodrigo Pacheco como peças centrais do tabuleiro.
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