
Segundo dados divulgados pelo Ipead/UFMG, o índice mostra uma aceleração em relação a dezembro, quando a variação foi de 0,42%.
O aumento foi puxado principalmente por reajustes típicos do início do ano, como tarifas públicas, impostos e serviços.
Entre os principais impactos no bolso do consumidor estão:
Apesar da alta geral, os alimentos ficaram mais baratos em janeiro, com queda de 0,67%, o que ajudou a conter uma inflação ainda maior. Itens como leite, alimentos básicos e produtos industrializados registraram recuo nos preços.
Para famílias com renda de até cinco salários mínimos, a inflação foi menor: 0,48% no mês. Mesmo assim, o aumento de tarifas e impostos, como transporte e IPTU, pesou mais neste grupo.
Segundo o Ipead, a alta registrada em janeiro segue um padrão comum no início do ano, quando ocorrem reajustes em serviços, impostos e tarifas públicas, afetando diretamente o custo de vida na capital mineira.
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