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Inflação em Belo Horizonte sobe 1,13% em janeiro, aponta Ipead

A alta em janeiro influencia diretamente a vida dos moradores da capital mineira.

04/02/2026 às 17h08
Por: Suylan Rikelme
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Divulgação: Site Design
Divulgação: Site Design

Segundo dados divulgados pelo Ipead/UFMG, o índice mostra uma aceleração em relação a dezembro, quando a variação foi de 0,42%.

O aumento foi puxado principalmente por reajustes típicos do início do ano, como tarifas públicas, impostos e serviços.

Entre os principais impactos no bolso do consumidor estão:

  • Mensalidades escolares, com reajuste de 7,25%
  • Serviços domésticos, que subiram 6,79%
  • Tarifa de ônibus urbano, com alta de 6,23%
  • IPTU, reajustado em 4,41%, sendo um dos itens que mais pressionaram o índice
  • Gasolina, com aumento de 2,96%

Apesar da alta geral, os alimentos ficaram mais baratos em janeiro, com queda de 0,67%, o que ajudou a conter uma inflação ainda maior. Itens como leite, alimentos básicos e produtos industrializados registraram recuo nos preços.

Para famílias com renda de até cinco salários mínimos, a inflação foi menor: 0,48% no mês. Mesmo assim, o aumento de tarifas e impostos, como transporte e IPTU, pesou mais neste grupo.

Segundo o Ipead, a alta registrada em janeiro segue um padrão comum no início do ano, quando ocorrem reajustes em serviços, impostos e tarifas públicas, afetando diretamente o custo de vida na capital mineira.

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