
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deve votar o projeto de lei que prevê reajuste salarial para servidores do Poder Executivo sem obstrução por parte da oposição ao governador Romeu Zema (Novo).
De acordo com interlocutores ouvidos pela reportagem da Itatiaia, a avaliação de parlamentares contrários ao governo é de que a obstrução da pauta poderia prejudicar diretamente os servidores estaduais, mesmo havendo entendimento de que o texto ainda poderia receber ajustes.
A proposta enviada pelo Executivo prevê uma recomposição salarial de 5,4% para os servidores do estado. O percentual também tem como objetivo garantir o pagamento do piso nacional do magistério.
O projeto faz parte das medidas adotadas pelo governo estadual diante das limitações impostas pela legislação eleitoral. Em anos de eleição, reajustes salariais com ganho real só podem ser concedidos até 180 dias antes do pleito.
Caso seja aprovado, o reajuste passará a valer para os servidores vinculados ao Executivo estadual, incluindo profissionais da educação, segurança pública e demais áreas da administração direta.
A tramitação do projeto ocorre em meio às discussões sobre a política salarial do funcionalismo e o impacto financeiro das recomposições nas contas do estado.
Mín. 18° Máx. 25°