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Minas Gerais registra 13 casos confirmados de mpox

Novo caso foi confirmado em Contagem, que agora soma três registros da doença no estado

12/03/2026 às 12h04
Por: Cristiane Cirilo
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Hospital Einstein
Hospital Einstein

Subiu para 13 o número de casos confirmados de mpox em Minas Gerais. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

O caso mais recente foi registrado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, município que agora soma três ocorrências da doença.

De acordo com a secretaria, todos os casos confirmados até o momento foram registrados em homens com idades entre 25 e 56 anos.

Casos por cidade

  • Belo Horizonte – 8 casos

  • Contagem – 3 casos

  • Formiga – 1 caso

  • Ribeirão das Neves – 1 caso

Sintomas e transmissão

A Mpox, também conhecida anteriormente como varíola dos macacos, pode provocar lesões ou erupções na pele, além de outros sintomas como:

  • febre

  • dor de cabeça

  • dores no corpo

  • calafrios

  • fraqueza

  • aumento de ínguas

A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.

A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com sintomas procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação clínica e informem se tiveram contato com alguém com suspeita ou confirmação da doença.

Prevenção e tratamento

Para evitar a transmissão, é recomendado:

  • evitar contato com pessoas com suspeita ou diagnóstico da doença;

  • não compartilhar objetos pessoais, como toalhas, roupas e lençóis;

  • reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, o tratamento é baseado em suporte clínico para aliviar os sintomas e evitar complicações, já que ainda não existe medicamento específico para a doença. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada.

A vacinação é destinada principalmente a grupos com maior risco de desenvolver formas graves, como pessoas com imunossupressão e profissionais que atuam em laboratórios com manipulação do vírus.

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