
As exportações brasileiras cresceram 11,5% entre janeiro e a quarta semana de setembro de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, e alcançaram US$ 281,34 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
No mesmo intervalo, as importações avançaram 6%, totalizando US$ 219,57 bilhões. Com isso, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 61,77 bilhões, crescimento de 36,3% em relação a 2025. A corrente de comércio, que reúne exportações e importações, aumentou 9% e atingiu US$ 500,92 bilhões no período.
Indústria de transformação lidera exportações
Entre os setores da economia, a indústria de transformação registrou o maior volume financeiro de exportações, com US$ 15,6 bilhões.
O segmento ficou à frente da agropecuária e da indústria extrativa. Entre os destaques da indústria de transformação estão aviões e outros equipamentos aeronáuticos, cujas vendas ao exterior somaram US$ 455,8 milhões. O resultado reforça a participação dos produtos industrializados nas vendas brasileiras ao mercado internacional.
Superávit representa diferença entre exportações e importações
O superávit comercial ocorre quando o valor das exportações supera o das importações. No acumulado de janeiro até a quarta semana de setembro, a diferença entre as vendas e as compras externas brasileiras chegou a US$ 61,77 bilhões.
Os números fazem parte do acompanhamento semanal realizado pelo MDIC e consideram os resultados acumulados até a quarta semana de setembro, em comparação com o mesmo intervalo de 2025. A balança comercial é um dos indicadores utilizados para acompanhar o desempenho do comércio exterior e a relação econômica do Brasil com outros países.
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