
A cantora Adriana Araújo morreu nesta segunda-feira (2), em Belo Horizonte, após sofrer um aneurisma cerebral. Ela estava internada no Hospital Odilon Behrens desde o último sábado, quando teve uma hemorragia de grande extensão, e permanecia em coma desde então.
A morte foi confirmada por meio do perfil oficial da artista nas redes sociais. Em nota, familiares e equipe destacaram a importância de Adriana para o samba mineiro e o impacto de sua presença dentro e fora dos palcos.
“Adriana foi muito mais do que uma grande voz do samba. Foi abraço largo, sorriso fácil, coração generoso e uma alegria de viver que iluminava todos ao seu redor. O samba sentirá profundamente sua ausência”, diz trecho do comunicado.
Natural da Pedreira Prado Lopes, tradicional reduto do samba na capital mineira, Adriana construiu sua trajetória artística a partir das vivências na comunidade. Integrou o grupo Simplicidade Samba e, posteriormente, consolidou carreira solo, tornando-se reconhecida pela potência vocal, interpretação marcante e forte presença de palco.
Em 2021, lançou o álbum autoral Minha Verdade. Ao longo da carreira, participou de rodas, festivais e projetos culturais que fortaleceram o samba em Belo Horizonte. Durante a pandemia, também esteve envolvida em ações solidárias, ampliando sua atuação para além da música.
Até a última atualização desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre velório e sepultamento.
Mín. 17° Máx. 28°